Renan Calheiros pediu a Antonio Carlos de Almeida Castro, o famoso Kakay, uma manifestação, sob o ponto de vista jurídico, em relação ao relatório final da CPI da Covid, que está sendo preparado por ele.

Kakay disse que não teria como ler as 1,5 mil páginas do relatório final, que apresentará elementos de um suposto cometimento de crimes de responsabilidade de Jair Bolsonaro.

A proposta indecente de Kakay buscam saídas legislativas para tentar prejudicar o presidente. Fato que colocará ainda mais lenha na fogueira da contenda entre os poderes. Das propostas indecentes de Kakay, duas para ser mais exato, chamam a nossa atenção:

Kakay quer apresentar um dispositivo para tirar do presidente da Câmara e do PGR os poderes que definem se o relatório final de uma CPI será simplesmente arquivado. Kakay quer que o presidente da Câmara tenha o máximo de 15 dias para decidir o destino do relatório. Caso o Presidente da Câmara opte pelo arquivamento, essa decisão ainda deverá ser levada ao plenário, que terá a palavra final.

A outra proposta indecente versa sobe as ações do PGR. Se este, não concordar com a proposta de crime comum, será obrigado a apresentar sua decisão de arquivamento a um grupo de sete subprocuradores para dar uma palavra final.

Nossa República se foi, oficialmente faleceu! Entrou na UTI logo ao nascer, no ato de sua proclamação.