A CPI da Pandemia recebe hoje o presidente do Instituto Força Brasil, coronel da reserva Helcio Bruno. O militar está no Senado Federal amparado por um habeas corpus - concedido pela ministra Cármen Lúcia do Supremo Tribunal Federal (STF) - que dá a ele o direito de ficar em silêncio e não produzir provas contra si mesmo. O requerimento para ouvir o militar argumenta que, em depoimentos à comissão, representantes da Davati Medical Supply no Brasil relataram que Helcio Bruno teriam  intermediado um encontro entre a empresa e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, coronel Elcio Franco.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) ainda aproveitou seu poder de presidente para discursar sobre o desfile de blindados, contextualizando o fato como um ataque direto ao estado democrático de direito, mas parece ter se calado diante dos desmandos que tem protagonizado na CPI e o desvio de objeto que afasta a CPI da captura dos verdadeiros desordeiros da pandemia. Os corruptos continuam dando as cartas nos Estados e a CPI nada faz para no mínimo investigar os fatos!