A CPI da Pandemia ouve hoje o dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano. A empresa é investigada por suposto envolvimento em irregularidades na intermediação para a compra da vacina Covaxin.

O tema entrou em pauta na CPI após o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, irmão do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), ser supostamente pressionado para acelerar a compra dos imunizantes.

Os imunizantes estavam sendo negociados a US$ 15 a dose (R$ 80 na atual cotação), em um contrato que previa a compra de 20 milhões de doses, a R$ 1,6 bilhão à época. Após isso, o governo federal cancelou o contrato de compra da Covaxin em junho. Vale lembrar que cada dose da Covaxin imunizaria em torno de 5 pessoas.