A CPI da Pandemia ouve hoje o diretor do FIB Bank, Roberto Pereira Ramos Júnior, apontado como suspeito no caso das negociações da vacina indiana Covaxin. 

A ministra Cármen Lúcia do Supremo Federal (STF) autorizou o empresário a ficar em silêncio em perguntas e não produzir provas contra si no depoimento. A ministra, porém, ressaltou que fica proibido "faltar com a verdade relativamente a todos os demais questionamentos" que não o incriminem.

Roberto Pereira é sócio da empresa que teria emitido uma carta de fiança irregular apresentada pela Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde, com um contrato no valor de R$ 1,6 bilhão para compra dos imunizantes do laboratório Bharat Biotech.

ATUALIZAÇÃO - Senadores trabalham nos bastidores para que possam pedir a prisão do depoente ainda nessa tarde.