A CPI da Pandemia gostaria muito de ouvir, nesta terça-feira, a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Batista de Souza Medrades. A importadora é apontada por fazer a intermediação nas negociações para compra da vacina Covaxin. Medrades está no Senado amparada por um habeas corpus concedido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que permite que ela possa ficar em silêncio diante dos parlamentares. Na decisão, Fux aponta que "os fatos indicam que Emanuela Medrades será ouvida na condição de investigada" e não como testemunha, o que a obrigaria a responder e dizer a verdade a todos os questionamentos. 

Para apimentar a situação a Polícia Federal chegou primeiro e ouviu Medrades antes dos Senadores, fato que gerou desconforto entre os membros do G7. A coisa não está fácil para a comissão que em breve terá que encerrar os trabalhos por conta do início do recesso parlamentar.