O desespero oposicionista vem tomando conta de governadores de 14 unidades da federação, todos em uma coalisão que vai além do Covid-19. Os governadores estão contaminados pelo vírus do escrutínio de 2022. A carta ao presidente Jair Bolsonaro, pede a ajuda de um governo federal que constantemente tem enviado remessas em forma de recursos, e tem se endividado de forma brutal para suprir as necessidades de cada um dos reclamantes, mas os esforços parecem pouco.

Os governadores (oposicionistas declarados) querem “supostamente” mais dinheiro para agilizar a compra de vacinas, e claro que não querem esperar o Governo Federal. Sangrar a imagem do presidente com pressões infundadas parece ser o objetivo, e certamente muito mais interessante do que salvar vidas.

Os gestores estaduais alegam que têm envidado todos os esforços possíveis, com a instalação de leitos de UTI, contratação de profissionais de saúde, compra de equipamentos e campanhas de conscientização do uso de máscara e distanciamento social, mas sabemos que alguns não conseguem explicar em seus estados os superfaturamentos em compras de insumos, estoques de respiradores esquecidos em ginásios e as várias atuações e prisões de empresários que se beneficiaram com os recursos federais enviados aos estados e pessimamente gerido por quem é de obrigação fazer. Todos os dias percebemos nas redes sociais as várias denúncias que recaem contra os nobres entes federados. As unidades da federação reclamantes alegam que estão próximas da “exaustão” e no “limite de suas forças e possibilidades”. Má gestão ou descaso?

Bem antes do envio da carta ao Governo, este, já se movimentava nos bastidores para em caráter de urgência solicitar aos organismos internacionais o envio de um número maior de doses de vacinas ao Brasil, até mesmo pela intenção de compra.

É preciso ter calma, agir com clareza e esquecer que 2022 é logo ali! O vírus da oposição desenfreada e dos interesses meramente políticos parecem ser mais letais do que o próprio Covid-19.

Veja quem assinou a carta:

 

RENAN FILHO (MDB)

Governador do Estado de Alagoas

 

WALDEZ GOÉS (PDT)

Governador do Estado do Amapá

 

RUI COSTA (PT)

Governador do Estado da Bahia

 

CAMILO SANTANA (PT)

Governador do Estado do Ceará

 

RENATO CASAGRANDE (PSB)

Governador do Estado do Espírito Santo

 

FLÁVIO DINO (PCdoB)

Governador do Estado do Maranhão

 

MAURO MENDES (DEM)

Governador do Estado de Mato Grosso

 

HELDER BARBALHO (MDB)

Governador do Estado do Pará

 

JOÃO AZÊVEDO (CIDADANIA)

Governador do Estado da Paraíba

 

PAULO CÂMARA (PSB)

Governador do Estado de Pernambuco

 

WELLINGTON DIAS (PT)

Governador do Estado do Piauí

 

FÁTIMA BEZERRA (PT)

Governadora do Estado Rio Grande do Norte

 

EDUARDO LEITE (PSDB)

Governador do Estado do Rio Grande do Sul

 

BELIVALDO CHAGAS (PSD)

Governador do Estado de Sergipe