O Novo Ministro da Educação vem sendo criticado por ser pastor. Vamos lá! O cidadão Milton Ribeiro poderia ser macumbeiro, padre, satanista e ateu? Sim, poderia! E isso não iria alterar sua capacidade técnica para exercer o cargo. Claro que um presidente da República se aproximaria de alguém que compartilha da mesma orientação religiosa. Lula escolheu aqueles que mais lhe eram próximos, Dilma utilizou o mesmo critério para os seus ministros e muitos outros também seguiram a mesma direção. Não irei defender ou acusar a escolha de um pastor para o cargo ou sua competência para a função, mas estou questionando o desagrado de toda e qualquer ação que é tomada para resolver qualquer problema no atual governo. O interessante é que na época em que o governo era trabalhista/socialista/comunista/outros istas, não eram promovidas devassas na vida de qualquer dos indicados por eles.

A educação precisa funcionar... Fato! Precisamos cobrar resultados daqueles que possuem os títulos que os qualificam para o cargo. Se não der certo? Troca-se novamente! Seja por iniciativa presidencial ou pressão popular. Devemos parar com esse sentimento de vingança e choro pelo leite derramado em 2018 e torcer pelo Brasil de 2020.

“Não diminua a competência de uma pessoa por sua crença” é hora de todos os que pregam a tolerância mostrarem na prática como se faz! Vamos deixar a crítica do cargo para o Gestor e Doutor em Educação e não direcionemos ao pastor. Isso já será outros quinhentos!