O ministério da segurança publica é fundamental, para a correção e justo retorno aos moldes mais adequados para a segurança pública no Brasil, colocando nosso país, na galeria de países da comunidade mundial, que contam com uma pasta ministerial exclusiva e focada na atuação sistêmica dos órgãos responsáveis pela preservação da ordem pública destas nações.

O Ministério da Segurança Pública foi criado com base nos anseios de um povo que clama pela segurança e ordem em nosso país. Uma vez que, o Ministro da Justiça tem sob sua guarda uma diversa gama de assuntos de grande importância e complexidade, mas que ainda divergem dos objetivos principais da segurança pública. As unidades da federação clamam por um atendimento exclusivo e prioritário de um ministério voltado e sensível a suas demandas. Tal exclusividade aumenta a capacidade técnica no desenvolvimento de planos de ação voltados para o perfil de cada um dos entes federados. Ao somar e fundir as duas pastas, há o enfraquecimento tanto da justiça como da segurança pública, engessando a ação de ambas. Na política e na sociologia, percebemos um antigo conceito utilizado por vários governantes ao longo da história, “dividir para conquistar”. O governante romano Julio César e o francês Napoleão Bonaparte fizeram uso deste conceito em suas campanhas. Hoje, os estados travam uma verdadeira guerra contra o crime organizado e as facções criminosas, levando ao pânico o povo brasileiro. O ato de separação, justifica-se em “dividir para conquistar”, pois esta divisão torna temível aos olhos do crime, o ministério da segurança publica e o ministério da justiça, onde serão independentes, ativos e temidos pelo crime por sua individualidade, mas aclamados pelo povo, por atenderem ao chamamento das ruas e o clamor daqueles que sofrem.


Termo com aplicação política “Dividir para conquistar” - O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes (estado paralelo e crime organizado) e não deixar que grupos menores se juntem (facções, organizações e quadrilhas).

Utilizamos o termo para uma aplicação política.