Uma reforma na Lei 13.260 de 16 de março de 2016 causará um impacto direto nas ações de grupos patrocinados pela esquerda política brasileira. O projeto amplia o conceito e as condutas consideradas como atos de terror, os militantes perdem sua principal fonte de mídia e receita, pois a reação agressiva, invasiva e destruidora é única ferramenta capaz de chamar atenção da imprensa e garantir sua saúde financeira (comprometida após a queda da esquerda) explorando o sonho dos mais humildes com promessas, gerando invasão e destruição de terras e propriedades públicas e privadas.

NOS ÚLTIMOS ANOS - Na história recente do país, os confrontos violentos sempre chamaram atenção nos noticiários. Durante o processo de impeachment da presidente Dilma, várias cidades e capitais sofreram com o caos e destruição praticados por grupos de desordeiros. Os invasores ligados ao movimento dos sem terra também deixaram seu rastro de destruição, pois muitas fazendas produtivas foram atacadas, invadidas e destruídas, gerando prejuízos incalculáveis para aqueles que tanto trabalham em nosso país.

A lei é feita para favorecer a ordem e a paz, nos servindo de parâmetro para tudo o que fazemos, nos garantindo direitos e nos colocando diante de nossos deveres como cidadãos, também é a garantia fundamental para o bom andamento do estado. Tendo ciência disso, a militância argumenta que a alteração da lei tira a legitimidade do povo de protestar e cobrar os governantes, prejudicando direitos fundamentais garantidos pela Constituição. Mas que direitos fundamentais seriam estes? Vandalizar, depredar, destruir e invadir? Não seria mais justo gritar palavras de ordem ou protestar sem destruir o patrimônio público ou invadir uma propriedade privada? Quem sabe não impedir o direito de ir e vir de outras pessoas? Uma coisa é certa, a alteração desta lei será um marco para o Brasil, retirando de circulação aqueles que não priorizam o avanço do país, mas sim, querem a instalação do caos e o retrocesso da nação.

PENSANDO FORA DA CAIXA - Estamos presenciando um enfraquecimento substancial dos movimentos de esquerda que distorcem a constituição e se escondem em falhas e brechas deixadas de forma proposital em nossa carta magna, servindo de escudo aos desordeiros de plantão. Os movimentos de esquerda comunista, socialista e libertários, estão com os dias contados em nosso país, pois sempre dependeram do dinheiro público (via ONG) para que pudessem realizar suas campanhas de protesto. Os movimentos não possuem CNPJ ou qualquer outra formalidade que os tornem legais diante da lei, mas quando justamente são propostas medidas para controlar a ação destes movimentos, eles sempre clamam pela constituição, olhando a carta magna pelas brechas que seguramente os aportam nos dias de hoje.  

O enfraquecimento de determinados grupos ideológicos na política faz parte do jogo e equilíbrio político. É a roda gigante do poder alavancando um e enfraquecendo o outro. A esquerda comandou o Brasil por mais de uma década e teve seu momento para jogar o jogo, agora é observar os próximos movimentos daqueles que se colocam na situação, nos apresentando seus ideais e conceitos políticos.

VENCENDO A BATALHA - Para que se tenha sucesso em uma determinada campanha é preciso enfraquecer as linhas inimigas. Na guerra política, decretos, leis e suas alterações e emendas, bem como, as medidas provisórias são o armamento legítimo para se vencer uma batalha, mas não uma guerra. Esta nunca terá fim. A roda girará novamente e aqueles que hoje se julgam vítimas amanhã serão os algozes.

RESPONDENDO A QUESTÃO - A Lei não impede a manifestação, mas criminaliza a ação dos vândalos e desordeiros.