Sem dúvidas da inocência do ex-presidente, milhares de militantes do PT embarcaram em uma missão inglória em Brasília. Mais de 5.000 pessoas entoam palavras de ordem, alguns com irreverência, outros com violência, vão passando e cantando suas músicas em defesa de Lula. Os militantes alegam parcialidade da Justiça na condução do caso do ex-presidente, preso da lava-jato em Curitiba.

Conforme seja confirmada a condenação, o projeto de candidatura de Lula para a Presidência da República em 2018 será inviabilizado. Os desembargadores definirão se manterão ou não a condenação do ex-presidente pelos comprovados crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, em primeira instância julgados em 2017. O ex-presidente foi condenado a uma pena de 9 anos e 6 meses de reclusão referente ao favorecimento da construtora OAS em contratos com a Petrobrás, escândalo marcado pelo episódio do triplex.


Os candidatos com condenações de 2ª instância, entram no impedimento gerado pela Lei da Ficha Limpa, sendo impedidos de disputar as eleições. A defesa de Lula nega as acusações, mas não consegue comprovar a total inocência do ex-presidente. Segundo militantes do PT, o processo contra o ex-presidente seria um movimento para afastar o ex-presidente da corrida ao Planalto.

O PLANO "B"
O PT já possui um plano “B” para o pleito de 2018, Fernando Haddad foi o escolhido e Manuela d’ávilla deverá ser sua vice em uma chapa que entrará para a história como o afundamento total de uma legenda que governou o pais por 13 anos. O PT  irá encolher no cenário político nacional e a história do Brasil vai sendo reescrita como em um looping, pois aqueles que estão sendo julgados e condenados, devem receber a anistia dos intelectuais em um futuro próximo, certamente irão figurar nos episódios históricos como vítimas de injustiças e de um golpe contra a democracia. 


Os vídeos e fotos que deixo nesta postagem são documentos oficiais de uma das últimas tentativas do PT de se levantar apoiado em uma muleta quebrada, Luiz Inácio Lula da Silva.

Obs: Meu blog não faz campanha política, somente narra os acontecimentos históricos com imparcialidade.

Fontes: Justiça Federal - Imagens: Bruno Diniz - Texto: Eu na História - Vídeo: Bruno Diniz